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Conversa de Homens

Existe um novo paradigma de masculinidade. O Homem Deixou de ser um parvalhão, passou a ser uma pessoa!

Existe um novo paradigma de masculinidade. O Homem Deixou de ser um parvalhão, passou a ser uma pessoa!

Não, o material não anda a chocalhar entre as pernas!

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Não sei quanto ao resto da comunidade masculina, mas se há uma coisa que por vezes intriga as mulheres, é o que se passa com o material entre as pernas. Quando correm, anda a roçar nas pernas de um lado para o outro? Ou, quando se sentam na sanita, mergulha na água?

 

A título de esclarecimento, e para aquelas mulheres que ainda possam ter alguma dúvida, a resposta imediata a estas duas perguntas é, não! E a resposta vale para mulheres de todas as idades.

 

O material, quando anda ao ar livre, desprovido de cuecas, ou boxers, ou tanga, o que preferirem, parece algo desconfortável, uma pendureza! E sim, há situações, principalmente nos casos dos mais abastados, em que se derem uma corridinha, provavelmente, vai ficar parecido com a língua de um cão quando está em corrida, encostado a uma das pernas, com a ponta inclinada para trás (percebem a foto?). 

Se há coisa que incomoda mesmo, é uma erecção e vontade de urinar em simultâneo.

Mas, como se sabe, não andamos propriamente a correr nus pelas ruas, ou a jogar futebol (bem, há alguns espécimens que insistem em invadir os campos para mostrar como isto funciona). O material, por norma, está bem aconchegado e controlado.

 

Quanto às dúvidas sobre o mergulho na água da sanita, haverá alguns casos fora do normal, mas pensem bem no tamanho que precisava de ter para chegar a tocar na água. Mesmo nas sanitas ao estilo americano, que mais parecem piscinas com a quantidade de água que têm. (Homens, tentem guardar para vocês os comentários sobre o quão grande é a vossa, todos sabemos como as coisas são!)

 

No entanto, se há coisa que ralmente aborrece, é o que lhe fazemos quando temos de estar sentados na sanita. Apesar de não ficar de molho, pode, facilmente, tocar na sanita. Um nojo. Portanto, há que usar técnicas diversas: ficar a segurar durante todo o processo, fazer uma caminha com papel higiénico para a apoiar no tampo... Mas se há coisa que incomoda mesmo, é uma erecção e vontade de urinar em simultâneo. Não há como controlar a coisa. É uma espécie de salve-se quem puder para conseguir manter as coisas minimamente controladas.

 

Tendo estes pontos esclarecidos, convém referir também a necessidade que temos de ajeitar as "bolas" ao longo do dia. Tudo aquilo ali em baixo tem uma espécie de vida própria. Nem nós percebemos bem por onde andam às vezes e quando ficam entaladas nas virilhas, pode ser muito doloroso.

 

Por isso, sem grandes abusos, sejam um pouco compreensivas quando temos de dar ali um jeitinho. O ideal, claro, será fazê-lo num local isolado, como numa ida ao WC, mas há alturas em que tem mesmo de ser. Não dá para aguentar mais. Quando estamos a jogar futebol, por exemplo, não se trata de uma manifestação para mostrar quem é mais macho, apenas tem de ser!

 

O que nos leva ao ponto seguinte. A sensibilidade e dor que pode causar um simples toque nas "bolas". Não precisam de um joelho, um pé, ou um barrote para infligir uma dor agonizante e crescente que parece que tudo aquilo está a querer sair pela barriga. Um simples toque, ao estilo jogo de berlinde, chega para um knockout.

 

Por isso, quando voluntaria, ou involuntariamente, isto sucede, percebam de uma vez por todas que não se trata de pieguice. Isso dói a valer! O homem que estiver a ler isto e disser que não se encolheu só de pensar, que avance!

 

Mais um vez, as pendurezas têm vida própria, há alturas em que estão mais penduradas do que outras. Não, não estão sempre na mesma, não são como os seios! Encolhem, o esquerdo sobe mais que o direito, enfim, a ciência um dia há-de explicar isso (se é que não explica já, mas é como a lua, já lá fomos mas, na verdade, não conhecemos todos os segredos).

 

Agora, o que sucede com as erecções? Nem sempre as controlamos. Como ao acordar, por exemplo. Estão lá e temos de lidar com o assunto. Se a companheira existir, e gostar de colaborar, assunto resolvido, senão... É esperar!

 

Mas o pior é quando decidem aparecer a meio do dia. É bastante embaraçoso. E o que fazemos, perguntam vocês? Tentamos disfarçar, como se não se passasse nada. E como escondem? Boa pergunta, com as calças apertadas da moda é uma tarefa difícil. Uns colocam ao longo da perna (quando conseguem), outros são obrigados a deixar o bicho trepar pela virilha, em direção à barriga. O que nos leva ao famoso bilhar de bolso.

 

É muito feio andar a "jogar bilhar" ao longo do dia, principalmente em público e em frente a senhoras. Vamos lá a manter o nível elevado e as mãos afastadas da fruta quando se está em público.

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