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Conversa de Homens

Existe um novo paradigma de masculinidade. O Homem Deixou de ser um parvalhão, passou a ser uma pessoa!

Existe um novo paradigma de masculinidade. O Homem Deixou de ser um parvalhão, passou a ser uma pessoa!

O que sucede quando se faz férias numa autocaravana sem WC?

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Fazer férias numa autocaravana é algo impensável para muita gente. Mas, além dos amantes desta prática, de vez em quando, nem que seja pela experiência, há quem decida arriscar pegar na família e fazer-se à estrada numa destas casas sobre rodas.

 

Mas, para quem pensa que basta alugar uma caravana, enfiar a família, os mantimentos lá dentro, e pegar no volante, saibam que é preciso alguma experiência. De condução, como é óbvio, mas também logística. Desde miúdo, com a formação que tenho de vela, que a expressão "quem vai para o mar, avia-se em terra", faz parte da minha vida. Uma vez ao largo, não há como colmatar, por exemplo, a falta de água potável, um casaco ou roupa quente!

 

Por isso, seria de pensar que alguém que decide arriscar numa viagem deste género, pensa em todos os pormenores. Não é verdade. Este fim de semana, um amigo contou-me uma história de alguém que optou por fazer umas férias deste género mas alugou uma autocaravana sem WC.

 

Tinham de parar em cafés ou outros locais com casas de banho públicas para fazer face às necessidades, principalmenre das crianças. Mas, no meio das histórias caricatas que sucederam, há uma que envolve o adulto da caravana, uma vontade incontrolável de aliviar o intestino, o primeiro WC que lhe surge pela frente e a falta de papel higiénico, no final do serviço.

 

Até aqui, a história avança sem grande animação até ao momento em que se toma contacto com a reação do herói. No meio de tantas opções, todas elas más, opta pela que pior de todas. E aconselho a não ler mais se é facilmente impressionável: depois de olhar em volta, numa casa de banho pública, o caixote repleto de papel usado foi para ele a melhor opção... Sim, pegou em pedacinhos de papel usado para se limpar!

 

Não pensou em usar uma meia ou qualquer outra peça de roupa ou recorrer à lavagem, simplesmente! 

 

Os toalhetes

E quando achamos que a história termina, pelo meio do enjoo provocado só de imaginar a cena macabra, há alguém que relata outro caso. Outro herói, porque quando se entra no discurso das conversas de caca, não há como travar!

 

A situação é idêntica, sem todo o "romantismo" da autocaravana. Apenas uma forte vontade e o azar, ou azelhice, de não confirmar previamente a existência de papel higiénico.

 

A opção, desta vez, recai sobre um pacote de toalhetes húmidos que estava ali. Depois de analisar, nem estavam em mau estado, "se calhar alguém que se esqueceu deles ali", pensou.

 

Não haveria problemas, certo? Excepto porque se tratava de toalhetes para limpeza, com alto teor de lixívia. O herói, desta vez, ao contrário do anterior que, felizmente, não sofreu nenhuma consequência bactereológica ou viral, passou a semana seguinte sem conseguir sequer sentar-se, tal era o nível de inflamação provocada pelos químicos.

 

Para quem costuma praticar campismo selvagem (fora dos parques de campismo), como fiz durante anos, deve ter histórias caricatas para contar. Como alguém que achou boa ideia agachar-se perto de urtigas, não é?

 

Mas, ao contrário das práticas na natureza, tudo o que envolve casas de banho públicas é mais repugnante. Como nos filmes americanos onde os atores representam cenas dignas do rótulo "nojo"!

 

Bem sei que a conversa de hoje é aquilo a que se costuma chamar... Mas, se tem alguma história do género, arrisque, partilhe-a nos comentários! 

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